Diário de viagem à República Dominicana – Parte I

Diário de viagem à República Dominicana – Parte I

Olá leitores do Cabideiro,

Nesse final de semana pré carnaval, se infelizmente não for rolar aquela viagem, não precisa ficar triste, tentarei te alegrar mostrando um pouco da minha viagem em família para República Dominicana no fim do ano passado.
No meio do Mar das Caraíbas, encontra-se esse país lindo, com um povo e cultura muito semelhante à nossa, até em questões ruins como a corrupção e falta de infra-estrutura. Diversão e gastronomia de qualidade também não faltam. A RD faz parte da maior e mais visitada ilha do Caribe, a ilha Hispaniola, e ao seu lado esquerdo encontra-se o Haiti.

                                                     República Dominicana

A capital do país é Santo Domingo, que diferente da maioria das cidades e cartões postais do país, não possui praia com orla, areia e cenário paradisíaco. Tem sim o mar, mas sem praia! 🙁 E como é uma metrópole populosa, o ser humano também já fez o serviço de poluir o mar que banha a capital dominicana.

                                                                                                Orla em Santo Domingo

Mas apesar da falta de praia, não falta o que descobrir e fazer. Começando pelo centro histórico da cidade que é patrimônio mundial da UNESCO. Pessoal, é muito lindo mesmo. Sabe aquela sensação de realmente voltar no tempo, com as ruas tranquilas, casas antigas e lindas? É exatamente isso. Eu dividi meu passeio pelo centro histórico em duas partes. Um dia eu fui ao Alcácer de Colombo e no outro, peguei o pau de selfie, celular, protetor solar e um uber baratex com meu namorado e fomos de malucos andar sem rumo para explorar o centro.

O Alcácer de Colombo é um palácio que foi construído para o filho de Cristóvão Colombo, Diogo Colombo, no século XVI. Diogo havia sido enviado para governar o país na época de colonização. Uma curiosidade maravilhosa sobre a construção, é que ela foi feita por rochas de corais! Após a morte da família, o local ficou abandonado, sobrando apenas ruínas. Somente na década de 1950 o governo dominicano resolveu restaurar o local.

                                                                               Namorado, mãe e eu na frente do Alcácer Colombo

Já no dia sem roteiro, nós começamos pelo Mercado Modelo, onde você encontra tudo e mais um pouco de souvenirs. É pior que Uruguaiana gente, pessoal quase te puxa pra dentro dos stands hahaha! Depois de comprarmos vários chaveirinhos, imãs e tudo quanto é tipo de artesanato, fomos andando até a Calle Mercedes. Tudo só na fé e no Google Maps.

                                                                             Mercado Modelo de Santo Domingo

No trajeto até a Calle Mercedes, pudemos observar o ar de vilarejo que o lugar emana e  a carga histórica que cada pedacinho parece carregar (e tem!). Nessa rua, encontra-se a Iglesia de Las Mercedes. Uma das construções históricas principais da cidade, que sobreviveu a terremotos e invasões! Não lembrei de tirar uma foto que mostrasse bem a faixada e a igreja em sim, então peguei essa foto do site oficial:

                                                       Iglesia de Nuestra Señora de Las Mercedes / Divulgação

Dentro da igreja, tirei poucas fotos, porque estava tendo uma espécie de confraternização e fiquei sem graça de tirar foto. Mas tem essa aqui do altar:

De volta a andar pelas ruas…

Arquitetura fofa pelo caminho

Aí chegamos à Calle El Conde, principal rua da cidade por muitos anos e até hoje mantendo-se uma rua de apenas passagem de pedestres, sendo a única aliás.

Calle El conde

Praça Cristóvão Colombo – Calle El Conde

Uma casinha / restaurante na Calle El Conde

Bom, vamos chegar ao fim da primeira parte, que eu considero a parte “terra” da viagem, risos. A próxima será a parte comida, e por último, a parte “água” que é a mais maravilhosa, sem dúvidas!

Espero que gostem, um beijo!

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